Caverna do Diabo…novamente

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Caverna do Diabo é uma caverna existente no Parque Estadual de Jacupiranga, município de Eldorado Paulista. Trata-se da maior caverna do estado de São Paulo. Dos 8 mil metros de extensão, apenas 800 metros estão livres para serem percorridos pelos turistas. Esta área dispõe de sistema de luz, passarelas, escadas e corrimãos. A visitação na caverna é feita de terça a domingo, das 8 da manhã ás 5 da tarde, sempre na companhia de guias.
A entrada da caverna fica a 500 metros de altitude e, lá dentro, o cenário é surpreendente.Estalactites, estalagmites, cortinas de pedras e cascatas de calcita intrigam especialistas e deslumbram turistas. As estalactites se formaram com a penetração da água no solo e, posteriormente, na camada de calcário, até atingir o teto da caverna. As estalagmites se elevam do solo, numa proporção estimada em um centímetro cúbico a cada 10 anos, o que justifica a preocupação dos guias e guardas da caverna com a degradação de seu interior. A luz é apagada várias vezes, finalizando trechos do percurso, para que não haja o desenvolvimento de vegetação, através da fotossíntese e a caverna continue com sua atmosfera original. As formações mais interessantes podem ser vistas no salão conhecido como Catedral. A beleza do lugar dá asas à imaginação. Talvez, por isso, algumas dessas formas ficaram eternizadas com nomes um tanto quanto estranhos, quase todos dados pelo grupo paulista de espeleologia: A Espada do Guardião, Pia Batismal, Cemitério dos Índios, Reis Magos, Templo Perdido, Caldeirão do Diabo e Torre de Pisa.
Passando por esta galeria atinge-se um lago de águas represadas do Ribeirão das Ostras. À direita está o setor superior, aberto aos turistas. E descendo, à esquerda, acredita-se que há um incrível e sinistro labirinto com cerca de cinco mil metros de corredores e galerias subterrâneas na mais profunda escuridão. Nosso guia relatou que já fez o percurso do rio até a sua saída inúmeras vezes, com a duração de aproximadamente 12 hs.è um passeio fascinante que eu já fiz três vezes e sempre acabo querendo voltar novamente…
Caverna do Diabo, entrada
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Lud na entrada
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    VII Festival da Mantiqueira

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    Pessoas queridas!
    Hoje foi um dia muito especial para mim, pois fui homenageada como escritora, por “conjunto de obra” durante a realização do Segundo Prêmio de Literatura, no VII Festival da Mantiqueira – diálogos com a literatura.
    Este prêmio é entregue pela segunda vez, e aprovaram minha indicação as Academias de Letras de Jacareí, Caçapava e Lorena e também o IEV – Instituto de Estudos Valeparaibanos. A todos vocês, a minha gratidão!
    Alguns contos meus saíram no livro Contos: São Francisco Xavier, Segundo Prêmio de Literatura- 2014, o que muito me honra! Meu agradecimento especial vai também pra José Cristovão Cursino, da J.A. Cursino & Editores, pela belíssima edição.
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    Lud e Abranches
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    Liv e Lud em São Xico
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      O Brasil na II Guerra Mundial

      Feb-brasil_006na foto, de domínio público, oficiais aliados, dentre os quais O General Mascarenhas de Moraes, organizam ataques a Monte Castelo entre 1944 e 1945
      Trechos do Livro “1942 – Brasil e sua Guerra quase desconhecida” de João Barone*
      ” Na ocasião, os integrantes do Grupo se depararam com um desafio que já demonstrava toda a a capacidade de improviso tipica dos brasileiros. Na cerimonia de formatura e desfile de boas vindas, a tropa americana cantou o hino de sua força aérea. Momentos antes do desfile brasileiro, como ainda não havia um hino da recem criada Força Aérea, o chefe do destacamento Cap Marcilio Gibson, ordenou que a tropa cantasse ” A Jardineira”, antigo sucesso de carnaval. Foi entoada com toda força pelos aviadores e serviu como hino informal do Senta a Pua.
      Apos o desfile, os militares americanos cumprimentaram seus colegas brasileiros pelo belo e emocionante hino”

      *João Barone, baterista do grupo Paralamas do Sucesso e aficcionado por assuntos da Segunda Guerra Mundial, procura relevar e analisar a participação do Brasil no conflito que sangrou o mundo. Filho de um dos mais de 25 mil pracinhas que lutaram na Itália, Barone dirige sua pesquisa pelo passado do pai e do país para unir dados, curiosidades e histórias emocionantes de uma campanha incrível que muitas vezes o próprio brasileiro desconhece.

      Esta matéria e outras pertinentes às memórias dos pracinhas brasileiros na Itália, durante a II Guerra Mundial, podem ser lidas no blog: www.jacareitempoememoria.com.br
      Aguardo sua visita!

        

        A flor aberta do poema

        flor delicada

        É noite alta, mas o verso urge:
        brota em palavras soltas em minha boca.
        Tremem os dedos, antecipando letras
        Na mão pousada em reverente espera.
        E eis que surge a criação inteira
        e a escrita, agora, é uma flor aberta
        no campo sagrado do poema.

        (Ludmila)

        Zenilda Lua, Brisa Almeida e Reginaldo Poeta: escrevi para vocês!

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