Dia do Meio Ambiente

Mar5 de junho foi a data escolhida para celebrar anualmente o Dia Mundial do Meio Ambiente. A data começou a ser comemorada em 1972 com o objetivo de promover atividades de proteção e preservação do meio ambiente e alertar o público mundial e governos de cada país para os perigos de negligenciarmos esta importante tarefa. Foi em Estocolmo, no dia 5 de junho de 1972, que teve início a primeira das Conferências das Nações Unidas sobre o ambiente humano (durou até dia 16) e por esse motivo foi a data escolhida como Dia Mundial do Meio Ambiente. Neste ano o foco é preservar os oceanos e evitar o aumento do nível do mar.
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ProjetoTamar
Pelo projeto TAMAR, mais de 1.000.000 de tartarugas foram devolvidas ao Mar, nas costas brasileiras.

     

    Contos de fada russos: Vasnetsov

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    Vejam a beleza que decobri na Internet!
    Quando estive em Moscou, fiz questão de visitar a casa/estúdio de Victor Vasnetsov, o famoso pintor que ilustrou os mais lindos livros de contos de fadas russos, e que viveu de 1848 a 1926. Os personagens dos quadros, imensos, em seu estúdio de pé direito altíssimo, povoaram por muitos anos a minha infância, passada entre Baba Yagás, Princesas rãs, O tapete voador, Alionushka, o Principe Ivan e o Lobo Cinza e tantas outras, que me tornaram uma menina muito rica, e que hoje se mudaram para a mente de meus netos e das crianças com quem convivo, contando histórias.
    Não imagino o mundo sem os contos de fada e sem a magia que permeia suas páginas. Não imagino a vida sem os livros, sem os escritores, sem os poetas. Uma pessoa que não se vacinou com o vírus do encantamento que a literatura contem, não conheceu dragões, fadas, duendes, corvos, unicórnios, tempestades e nem abismos. Nunca desvendou cavernas e nem ilhas repletas de tesouros. Não sabe das árvores falantes e nem das fadas e dos elfos. Como se pode viver assim? (Ludmila)

      

      Peraus, os cânions do Sul do Brasil II

      10270689_771364442893920_6025567257793958446_n Vista dos cânions do Parque da Serra Geral, Cânion Fortaleza, Cambará do Sul, RS.

      10371722_771365339560497_3517668015621245291_n Cânion Fortaleza, para mim, o mais bonito de todos!

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      Cânion FortalezaAtravessando a cachoeira do Tigre Preto por cimaPara chegar à Pedra do Segredo, é preciso atravessar este rio, que forma a Cachoeira do Tigre Preto

      Cachoeira gravata de noivo Fortaleza Cachoeira do Tigre Preto, Cânion Fortaleza, Parque Serra Geral, Cambará do Sul, RS.

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      Canion Serra geral coberto de Neblina Cânion Fortaleza sob a neblina da manhã.

      Lud beira do canion Serra Geral Na borda da cânion Fortaleza, Serra Geral, Cambará do Sul.

      Lud canion Fortaleza

      Lud e Segredo Olhando para a Pedra do Segredo, assim chamada porque ninguém sabe como um bloco monolítico de 5 metros de altura e de aproximadamente 30 toneladas pode se equilibrar em uma base de cinqüenta centímetros.

      Pedra do Segredo5 Pedra do Segredo no Cânion Fortaleza

      Serra Geral inicio caminhada Início da caminhada para o cânion Fortaleza na Serra Geral, numa distância aproximada de 3 km.

      Serra geral Um Graxaim no meio do caminho…Há muitos deles que vem ao nosso encontro em busca de comida. è proibido alimentar os animais pois eles se tornam preguiçosos para a caça.

      Tigre Preto Cachoeira do Tigre Preto

      Trilha para Canion Fortaleza A trilha para o cânion é íngreme, cheia de pedras e buracos e precisa de muita atenção na travessia.

      Vista de Torres e o mar Em manhãs ensolaradas e claras podemos avistar Torres, o mar e as dunas, como agora

      Canion da Serra Geral com neblina

      Canion Fortaleza

      Canion Fortaleza4

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      pedra_do_segredo_cambará_do_sul

      Trilha_da_pedra_do_segredo_em_cambara_do_sul
      Trilha para a Pedra do Segredo

      O turismo nos cânions teve um impulso nas duas últimas décadas, e atualmente conta com uma rede de hospedagem diversificada. Na região dos Campos de Cima da Serra (RS), o foco é em hospedaria familiar rural; já na região litorânea se destacam as redes de pousadas, com preços variados e acessíveis a todos os bolsos, desde as mais sofisticadas até as mais simples. A exploração turística da região baseia-se principalmente no turismo rural e de aventura, tendo destaque os passeios guiados aos mirantes (belvederes) do planalto escarpado, e as trilhas guiadas a pé no interior dos cânions. O difícil acesso de alguns pontos de visitação determinou a criação de associações de guias no RS e SC. Estes profissionais são na maioria moradores locais, e são treinados e autorizados a realizar passeios turísticos na região. As distâncias para se chegar aos Parques Estaduais dos cânions, é, em média de 20 km (tomando-se como referência o centro da cidade de Praia Grande e o de Cambará do Sul) por estradas de terra até o ponto permitido ao tráfego de veículos, e a seguir, a pé, por trilhas, de aproximadamente 7 km de ida e volta, o que leva um tempo aproximado de 3 a 3hs e meia de caminhada. Algumas subidas (Cânion Fortaleza) são em terreno acidentado, em aclive, com muitas pedras soltas e passando sobre rios rasos que formam as cachoeiras. O percurso mais longo e difícil é pelo interior dos cânions, seguindo o curso por dentro do Rio do Boi. Leva aproximadamente 8hs ida/volta. A vista que se descortina, tanto dos cumes para os vãos profundos, como por dentro dos paredões é de uma beleza ímpar. A gente fica em estado contemplativo, sem vontade de retornar. No cânion de Itaimbezinho, há mirantes e proteção durante o trajeto. Nos demais, é a natureza em seu estado primitivo e o limite é onde a sua coragem e bom senso permitirem chegar. (Ludmila)

        

        Peraus: Os cânions do Sul do Brasil I

        Lud cachoeira2 Mirante do Parque Aparados da Serra, Itaimbezinho, Cachoeira das Andorinhas, RS.

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        Vocês conhecem a área dos Cânions do Sul do Brasil, que situa-se próxima à zona litorânea, constituindo parte da divisa dos estados de Santa Catarina (SC) e Rio Grande do Sul (RS)?
        A região conhecida também como “Aparados da Serra” contem a maior concentração de cânions do Brasil, cenário de atividades vulcânicas que cobriram cerca de 1.200.000 km2 e que estão associadas à ruptura do continente Gondwânico.
        Cachoeira das Andorinhas Parque Aparados da Serra, Itaimbezinho, Cambará do Sul

        Excursão ItaimbezinhoVista do cânion de Itaimbezinho com turistas

        A borda localizada à sudeste forma um conjunto de escarpas compostas pelo corte abrupto do Planalto dos Campos de Cima da Serra, através de paredões de rocha vulcânica. A área de ocorrência dos cânions possui uma extensão total de aproximadamente 250 km e mostra uma sucessão de despenhadeiros de até 900 metros de altura. Aliada à beleza cênica dos cânions (chamados de peraus pelos moradores) encontramos a região recoberta pelo que restou do Bioma da Mata Atlântica. Nos Campos de Cima da Serra surgem as florestas de araucárias e nos abismos a mata pluvial tropical atlântica.
        Caniaon de Itaimbezinho com rio Canion de Itaimbezinho, Parque Nacional de Aparados da Serra, Cambará do Sul, RS.

        Canion 5 Cânion de Itaimbezinho, Aparados da Serra, Cambará do Sul, RS.

        Canion Itaimbezinho com rio3 Cânion de Itaimbezinho, Aparados da Serra, Cambará do Sul, RS.

        Liv trilha do cotovelo

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        Nosso guia contou-nos que na região hoje preservada do Parque, na década de 40, funcionavam doze serrarias, que deixaram um saldo de apenas 3% das araucárias da região. O interessante é que a metade superior dos cânions pertence ao estado do Rio Grande do Sul, e a metade inferior ao estado de Santa Catarina.

        Araucária
        Araucárias Canion

        A araucária é planta nativa do Brasil e remonta a 200 milhões de anos. Um pinheiro vive em média 600 anos. A exploração indiscriminada de sua madeira colocou-o na lista oficial das espécies de flora brasileira ameaçadas de extinção. Dos 20 milhões de hectares originais, restam hoje, no total, apenas 2% desta área.

        Caminho para o Parque estadual de Aparados da SerraEstrada de Terra de acesso ao Parque dos Aparados da Serra na serra do Faxinal

        Serra do Faxinal Praia Grande Serra do faxinal, estrada ligando Cambará do Sul à Praia Grande em Santa Catarina

        carro na estrada Nosso carro, impróprio para a estrada, mas só fomos descobrir quando já passávamos da metade do caminho…

        canions beira estrada2 Vista dos cânions na beira da estrada da Serra do Faxinal.

        estrada Serra do Faxinal Estrada da Serra do Faxinal: São 40 km de Cambará à Praia Grande

        Rio Grande Visto do Alto da Serra Cidade de Praia Grande vista do alto da Serra do Faxinal.

        O acesso mais direto à região dos cânions passa por Praia Grande (Santa Catarina)e Cambará do Sul, pela rodovia SC 450, conhecida como Serra do Faxinal. A estrada, de terra e pedras, com uma vista surpreendente da Serra, encontra-se em péssimo estado, é estreita, de mão dupla e bastante perigosa, beirando precipícios, sem acostamento e nem guard rail. São 40 km que precisam de carro alto e robusto para vencê-los.
        mapa estradas

        Paisagem Praia Grande Paisagem de Praia Grande, Santa Catarina

        Paisagem Praia Grande Santa Catarina Paisagem de Praia Grande, Santa Catarina

        Matriz de Praia Grande Igreja matriz de Praia Grande

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        Trilha do Rio do Boi ItaimbezinhoTuristas fazendo a travessia por dentro do cânion Itaimbezinho, partindo de Praia Grande, pelo Rio do Boi

        10371749_773544192675945_6417328195119866861_n Cânion Itaimbezinho, visto por dentro, a partir de Praia Grande, Santa Catarina

        Canion-Malacara-1

        malacara1 Cânion Malacara, em Praia Grande, Santa Catarina

        malacara3 Cânion Malacara, Praia Grande, Santa Catarina

        O acesso até Cambará do Sul, pelo Rio Grande do Sul, é realizado por estrada asfaltada acessada a partir de Porto Alegre via Taquara, ou pelo polo turístico de Gramado-Canela. O acesso à Praia Grande pode ser realizado por Torres, no Rio Grande do Sul, (entrando-se no trevo que leva à Terra de Areia, até o trevo de Tainhas) ou por Santa Catarina, passando por São João do Sul e Santa Rosa do Sul.

        Portal Cambará

        centro Cambara Centro de Cambará do Sul, RS.

        centro Cambará2 Centro de Cambará do Sul, RS.

        centro Cambará3 Centro de Cambará do Sul, RS.

        DSC04953 Os chalés de nossa pousadaa

        Rua Cambarpá 2 Centro de Cambará do Sul

        Rua da pousada Rua de nossa pousada

        No RS, as rodovias de acesso via-serra partindo de Porto Alegre são a BR-116 ou a RS-020. Na rota via litoral, a opção é a BR-290 que acessa a BR-101. Em SC, quando partindo de Florianópolis, o principal acesso é via litoral pela BR-101 que dá acesso às cidades de Praia Grande e Timbé do Sul.
        No RS, a chamada Rota do Sol (RS-453/RS-486) é uma belíssima estrada recentemente pavimentada que liga a região serrana ao litoral norte gaúcho. O trajeto em questão possui cerca de 60 km, e conta com túneis e viadutos que cortam a chamada Serra do Pinto.

        Rota do Sol 2 Estrada da Rota do Sol

        Rota do Sol Vista da Estrada Rota do Sol

        Saida do Tunel da Rota do Sol Tunel Rota do Sol

        Lud Mirante Rota do Sol Rota do Sol

        Paisagem Rota do Sol 3 Rota do Sol paisagem da estrada

        Paisagem Rota do Sol 5Rota do Sol paisagem da estrada

        Paisagem Rota do Sol 8Rota do Sol paisagem da estrada

        Paisagem Rota do Sol 10Rota do Sol paisagem da estrada

        Paisagem Rota do Sol 11Rota do Sol paisagem da estrada

        Lud Rota do Sol parada Mirante Rota do Sol

          

          Noturno

          janela com lua
          Noturno
          No silêncio do quarto
          Esta paixão inominável
          Impele-me a mergulhar inteira
          Em teu mistério.
          Tuas mãos acariciam-me o sonho
          E o poema brota incandescente
          Iluminando a noite
          E os lençóis.
          (Ludmila, do livro Te Sei)

             

            Saudade

            flores no prado
            Saudade
            Este exercício inquieto e longo
            Que me impele a buscar
            Tua imagem na lembrança
            E que eu pratico uma,
            Cem, mil vezes, se preciso,
            Entre camadas
            De sombras e ausências
            Me escapa pelo corpo
            E vai formando
            Estranha pradaria
            na qual, eu te rumino
            Em silêncio.
            (Ludmila, do livro Te Sei)

               

              Largo, lindo, fundo…profundo!

              O que pode a criatividade humana….

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