Liturgia da Consagração

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Gesto-te, sangue de meu sangue, meu poema
e teu canto me alcança quando o meu se cala.
É para dizer-te que eu existo.
És a raiz de todas as palavras que me faltam.
Eu te nomeio, apenas, para que me fecundes com o fogo de teu verbo.
Ele que consagra a noite com o mesmo dom velado com que sangra o dia.
Toco tuas palavras que me inspiram
e se transformam em pão em minha boca
e então…
Sento-me à mesa e te comungo
nessa liturgia da consagração
em que o poema se faz carne e me habita.
(Ludmila)

    

    A vertigem do poema

    estátua com teia

    Eu te componho em mim,
    mas não no emaranhado das frases lapidares.
    Escrevo-te nas entrelinhas da noite,
    No silêncio do estio,
    No cenário dos sonhos entre tempestades.
    Construo-te na sacralidade do profano
    onde a razão não encontra serventia.
    Na turbulência dos sentidos,
    na submissão do texto,
    na rotação do transe que move o mundo
    e na tenacidade dos desencontros
    eu me ancoro e me entrego à vertigem
    de ser o avesso do poema
    que se lê, como se não fosse….
    (Ludmila)

      

      Hang Son Doong

      Hang Son Doong from Ryan Deboodt on Vimeo.

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      Hang Son Doong from Ryan Deboodt on Vimeo.

      https://vimeo.com/121736043
      O vídeo abaixo é uma prova de que um mundo inteiro pode prosperar no subsolo. Capturado pelo fotógrafo de viagens Ryan Deboodt, atualmente morando em Pequim, a filmagem foi feita através de um drone transportando uma GoPro. Ela fornece uma visão rara da gigantesca caverna Hang Son Doong, no Vietnã – e há todo um ecossistema à espera para ser explorado.

        

        Fala

        palavra

        Tudo
        será difícil de dizer:
        a palavra real
        nunca é suave.

        Tudo será duro:
        luz impiedosa
        excessiva vivência
        consciência demais do ser.

        Tudo será
        capaz de ferir. Será
        agressivamente real.
        Tão real que nos despedaça.

        Não há piedade nos signos
        e nem o amor: o ser
        é excessivamente lúcido
        e a palavra é densa e nos fere.

        (Toda palavra é crueldade.)

        Orides Fontela

          

          Monjas Beneditinas: Mosteiro de São João

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          O Mosteiro de São João, das Monjas Beneditinas é um espaço que une a beleza, à paz e à espiritualidade.
          O espaço oferece uma agradável área de reflexão e oração. Caminhos cercados de luminárias levam a grutas com imagens cristãs, onde os visitantes podem desfrutar do espaço para fazer suas preces com paz e tranqüilidade.
          No Mosteiro vivem 27 irmãs.
          A principal atração do Mosteiro é recital de Canto Gregoriano. Diariamente as irmãs se reunem na Capela de São João Batista, pontualmente às 17h45 para cantar as belíssimas orações que fascinam a todos os visitantes.
          Desde o início de sua fundação, as freiras do Mosteiro São João dedicam-se aos mais variados trabalhos artesanais que são vendidos numa loja instalada dentro do próprio espaço, e também à catequese das crianças e um trabalho social com as mães da região, que as auxiliam na confecção dos pães e bolos.
          Atualmente, além do artesanato as monjas possuem uma boa produção em biscoitos, pães, bolos e geleias. Elas revendem também mel, vinho e uma variedade de artigos religiosos e lembranças. (informações retiradas do folder)

            

            Museu Felícia Leirner

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            Outro lugar de visita obrigatória é o Museu Felícia Leirner. Localizado sobre uma colina de frente à Pedra do baú, esse enorme museu ( o maior à céu aberto da América Latina, com 35 mil metros quadrados) abriga as esculturas da premiadíssima artista polonesa radicada no Brasil, Felícia Leirner. São cerca de 108 peças de cimento e bronze distribuídas ao ar livre, por trilhas que serpenteiam a paisagem e retratam as várias fases da escultora, que nasceu em Varsóvia em 1904, morou na Polônia até 1927, quando veio para o Brasil.Foi no ateliê do renomado artista Victor Brecheret que foram criados seus primeiros trabalhos pertencentes à fase “Figurativa” e são datados de 1950 a 1958. Com o falecimento precoce de seu marido em 1962, e abalada por esta situação, Felícia Leirner resolveu afastar-se dos grandes centros de artes para refugiar-se em Campos do Jordão, instalando-se na cidade em 1965. Este foi o ponto de partida para a fase dos “Habitáculos” em 1966, onde envereda pelo território da arquitetura com esculturas habitáveis. O International Sculpture Center de Washington, através de sua revista Sculpture, classificou o Museu, em 1987, como um dos principais do mundo. E em comemoração a X Bienal, O Correio do Brasil escolheu uma escultura da Felícia para ilustrar um de seus selos. (fonte Internet)

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            http://www.phototravel360.com/museu-felicia-leirner-em-360/

              

              Amantikir: Os jardins que falam

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              Dispostos em uma área de 35.000 metros quadrados, os 26 Jardins de Amantikir nos levam a uma viagem ao redor do mundo, com visitas à França, Inglaterra, Áustria, Alemanha, China e Japão, entre outros países, mas, previna-se: vista calçado adequado, pois o passeio completo demora cerca de uma hora e meia, isto sem contar as paradas obrigatórias para as fotos, pois a cada instante surgem novas e deslumbrantes paisagens. Um simpático café oferece aos visitantes o necessário descanso, mas, durante todo o percurso encontramos muitos bancos para sentar e comungar com a natureza e cenários para fotos incríveis. No local não se vendem mudas de flores. Podemos apenas apreciar sua beleza nesta propriedade particular que não recebe qualquer subsídio, por conta disso cobra ingressos que não são muito baratos (R$ 30,00 por pessoa com descontos para grupos e os visitantes da terceira idade) mas vale a pena! Os labirintos dispostos em meio à exuberante paisagem da Mantiqueira, imersos na neblina daquela manhã foram uma atração à parte. O alarido dos pássaros, o som do vento nos pinheiros remeteram-me aos escritos de Guimarães Rosa:”São muitos e milhões de jardins e todos os jardins se falam. Os pássaros dos ventos do céu, constantes, trazem recados.” Realmente, Amantikir é um espaço de sonho, beleza e encantamento para todos aqueles que se dão a oportunidade de conhece-lo.

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                Tarandu – Campos do Jordão

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                Tarundu Campos

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                Tarundu

                Próxima ao Toriba, numa das regiões mais charmosas de Campos do Jordão, começa a estrada de acesso à Hípica Tarandu, o maior centro de lazer da cidade, onde você pode cavalgar, patinar no gelo, praticar arborismo, mini golf, tirolesa thunder, Orbit ( a bola que rola morro abaixo com você dentro) além de oferecer um excelente restaurante. É programa para um dia inteiro, nos 500 mil metros quadrados de área verde que o espaço oferece, imeperdível para toda a família. O Parque cobra ingresso para visita.

                  

                  Campos do Jordão: as montanhas são azuis

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                  Qualquer que seja a época do ano, Campos do Jordão é sempre sinônimo de dias inesquecíveis em contato com a natureza. Engana-se quem imagina que Campos vive do aconchego das lareiras, dos chocolates quentes e dos fondues, dos hotéis cinematográficos e de seu já famoso Festival de Inverno de música erudita.
                  As tradiçõs européias de nossa Suiça Brasileira foram introduzidas pelo médico e escritor Domingos José Nogueira Jaguaribe Filho, que, pelo seu clima e topografia montanhosa atraia negociantes, empresários e “respirantes” ou seja, pessoas que sofriam de tuberculose, em busca de cura da doença. No início do século, dois médicos higienistas Emilio Ribas e Victor Godinho, preocupados com o bem estar de seus pacientes, deram início à construção da linha ferroviária para dar acesso à Vila no Alto da Mantiqueira. A obra foi concluída em 1915, por Rodrigues Alves. O acesso a Campos permaneceu restrito à ferrovia e à sinuosa estrada SP-50 até a década de 70, quando foi construída a moderna SP123.campos-do-jordao-foto-antiga-capivari
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                  Sanatorio Campos do Jordão

                  Hoje, Campos do Jordão é conhecida por sua gastronomia, charme, sofisticação e opções de lazer compatíveis com todos os gostos e espíritos.
                  Nós gostamos de ficar em pousadas um pouco mais afastadas do centro de agitação, que é o bairro do Capivari, pois optamos mais por passeios do que por compras. Desta vez escolhemos uma pousada próxima ao portal de entrada da cidade e achamos excelente o custo/benefício: quarto amplo com lareira, chuveiro excelente, farto café da manhã e funcionários muito solícitos e atenciosos. Pousada Valle do Luar. Recomendamos!
                  Nossa Pousadapousada-valle-do-luar-campos-do-jordao-sp-02Pousada Valle do Luar
                  Como já havíamos parado em Santo Antonio do Pinhal, para almoço e alguns passeios, fomos até o bairro do Capivari fazer um lanche e deparamos com o centro todo enfeitado já para as festas de final de ano.
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                  A seguir Tarandu, Parque de Amantikir, Lenz Gourmet, Museu Felicia Leirner e Mosteiro das Monjas Beneditinas

                    

                    Campos do Jordão, mas antes, Santo Antonio do Pinhal

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                    A cidade mais alta do Brasil (1.628 m), fica aqui mesmo, pertinho da gente do Vale do Paraíba, encrustada na Serra da Mantiqueira, SP. para onde vamos sempre, com qualquer desculpa: comemorar aniversário, curtir o clima frio, fugir do calor, participar do festival de Inverno, comer truta e fondue, desfrutar da paisagem “europeia”, fazer compras, namorar, passear à cavalo ou de bicicleta, fazer rapel, caminhar em trilhas na mata, enfim…curtir a natureza!E, a cada viagem, novas descobertas de passeios nos aguardam. Há os que vão diretamente à Campos, sem se desviar da rota. Reservam o mesmo hotel, frequentam os mesmos restaurantes, fazem os passeios turísticos mais divulgados, mas, se você quiser sair um pouco deste roteiro, deixo aqui algumas dicas de passeios que, certamente serão inesquecíveis.
                    Santo Antonio do Pinhal
                    Você pode iniciar sua viagem, dando uma entrada em Santo Antonio do Pinhal, uma bucólica cidade que fica a 16km de Campos, na divisa entre os estados de São Paulo e Minas Gerais. Nela você encontra diversos restaurantes, cantinas e cafés com excelentes opções gastronômicas, mas a truta predomina em todos os cardápios. Há inúmeros hotéis e pousadas charmosas, passeios por trilhas em meio à exuberante vegetação e vistas da nossa Mantiqueira, cachoeiras, voos de parapente, eco parques, enfim, uma opção a mais numa cidade que merece ser conhecidamirante-da-santa
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                    Na antiga estação Eugenio Lefévre, come-se um delicioso bolinho de bacalhau acompanhado por café ou suco de uva.Há também muito mel e queijo de cabra. A estação é muito visitada, pois o trem que parte de Campos do Jordão (Estação Emilio Ribas, Capivari) faz um belo percurso de duas horas e meia passando pelo trecho de ferrovia mais alto do país, o Alto do Lageado, a 1.743 metros de altitude. Este passeio precisa ser programado com antecedência, pois há um só vagão e não se consegue comprar a passagem de última hora.Estação Eugenio Lefevre 2

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                    Estação Eugenio Lefevre

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                    (segue)

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